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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Distratações

O chão está vivo
E tudo é o chão

Mesmo
Aquele humilde choro de Jericó
Aquela linda idéia de Girico
Querem que o dia acabe
Na demência que mostra como viver

Sim, querendo ser um alcoólatra
Que respira em ritmo ao gosto do freguês
Escale uma montanha e encontre o pedido de desculpas de Deus

Bisbilhoteria

Lunula é um nascer do sol

É uma época de desabamentos

terça-feira, 14 de abril de 2009

Fora da Mão

Letra: Marcio Teixeira de Mello

Alimento para o animal dentro de ---
Não sabe se cresce
Não se morre

Passa o tempo como passo mal
Pouco me importa
Queima minha mesa

Querer viver sem te incomodar
Dia isso melhora
Noite me jogo fora
E pode ser que seja...

Queria perder quando só há
Esse te enxergar deve ser criação minha
O mundo na cabeça com tanta frieza
Muito mais bonito
Se fora da mão

Sendo o bom e tendo dessa vez o mal
Vê que me deixa vivo
Vê que me deixa vivo

Segue sempre
Irei sempre você cercar
Correndo nessa grama e eu
Morrendo nessa cama

Passe o dia, como, passe o sal
Passe sem demora
Tenho minha hora
Me adore e entenda bem
A rua que encontro
Resgata o encanto